
No que isto vai dar, não sei. Sei apenas o que já sabia: que essa coisa nojenta chamada Rui Pedro Soares, para além de ser uma coisa nojenta chamada Rui Pedro Soares, diz mais das elites dirigentes do Estado do que todo e qualquer tratado de sociologia política contemporânea. Além disso é também um contributo importante para ampliação e densificação da noção de «nojo», a que nem o Processo Civilizacional de Norbert Elias conseguiu chegar de forma tão empírica e clarividente. Parabéns ao Partido Socialista pela tolerância ao nojo, embora aos olhos do pai a coisa penda mais para o orgulho.
2 comentários:
Bela gravata.
Eu gostei foi do pedido de desculpa ao Sócrates, quase que largava uma lágrima. Respeitinho pelo Godfather...
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